Dicas de Viagens

ARGENTINA

Buenos Aires

Onde ficar – Já fiquei em diversos lugares em Buenos Ayres, a maioria das vezes perto da Calle Lavalle. Esta última fiquei na Recoleta, mas não exatamente na praça, mais ou menos a uns quinhentos metros, e foi bem legal.

Compras – Bem, nunca fico procurando muito coisas para comprar, gosto de curtir a viagem, mas os cosméticos, devido à baixa taxa de importação na Argentina, valem a pena.

Show de Tango – A única vez que não fui assistir a um show de tango em Buenos Aires foi na primeira vez, pois o câmbio estava bastante desfavorável. Depois, nunca mais perdi. É coisa de turista? É, mas vale a pena. A penúltima vez foi no Michelangelo, e o show foi bom. Mas o que gosto mesmo é do El Viejo Almazen, que é o tango tradicional: tocado, cantado e dançado. A-do-ro. Se puder, peça uma mesa no andar superior, a visão do palco é melhor.

Nesta última vez que estive em Buenos Aires, em janeiro de 2012, tentei novamente assistir outro show de tango, fui ao Ventana. Nessa casa o show de tango é misturado com folclore. Achei demasiado turístico. Não tenho a menor intenção de voltar.

ÁUSTRIA

Trem – Na Áustria os deslocamentos de trem são caros. Então comprei um passe, que deve ser comprado fora daquele país, para fazer os deslocamentos entre as cidades. Esse tipo de passe atende a diferentes necessidades, cada um escolhe como quer, mas tem que dar uma planejada antes.

Mosteiros e Abadias – Para quem tem interesse em arte, religião ou Barroco, qualquer uma das abadias ou mosteiros que coloquei na blog vale a pena, são lindas!!!

Museus – Como sou interessada em arte, gostei muito do Belvedere e do Museu de História da Arte, este é imperdível para quem gosta de Pieter Brueghel, tem uma sala só para ele. Mas também tem a casa de Freud, para os interessados em psicanálise.

ALEMANHA

           Berlim

Prepare o bolso, Berlim é cara. Pesquisei o preço do trem para o percurso Frankfurt/Berlim, ida e volta, e o resultado foi que a passagem de avião, comprada algum tempo antes, tinha um valor bastante próximo ao do trem. Então, trem não valia a pena.               

BRASIL

           Maranhão

A viagem de São Luís a Barreirinhas dura em torno de 4 horas. Para visitar os Grandes Lençóis, a partir de Barreirinhas, são 18 Kms. em estrada de areia, e gastamos em torno de 1h e dez minutos. Sugiro que compre um pacote numa agência de turismo que inclua os passeios, ou caso vá por conta própria, em Barreirinhas há diversas agências que levam os turistas para fazer os passeios, não é difícil. Os passeios são feitos em Jeep 4×4 com bancos para 12 pessoas. Alugar carro para fazer o passeio das dunas não vale a pena, pois dirigir na areia exige habilidade e no trajeto passamos por diversos lugares com água que às vezes chegava próximo ao assoalho do veículo. Para visitar os Lençóis e fazer o passeio do Rio Preguiças sugiro ir de traje de banho com saída ou camiseta por cima, pois o que não faltam são oportunidades para um mergulho. Óculos de sol, protetor solar, boné e repetente são indispensáveis. Para ir a Alcântara fui até o cais do Porto no centro de São Luís e comprei os bilhetes da balsa da Capitania dos Portos. Compre o bilhete de ida e de volta para garantir seu lugar. Cada trecho custou R$ 12,00 em 01.05.2009. A viagem dura em torno de 1 hora. Compras: em todos os lugares que visitei havia muitas possibilidades de comprar artesanatos feitos com sementes, palha, cerâmica etc., mas particularmente me chamou a atenção o CEPRAMA.

CHILE

  • Atacama

Cia. Aérea – Fiz todos os trechos da viagem com a LAN. Observei que eles são bastante rigorosos com o peso da bagagem. São permitidos apenas 20 kg  em qualquer trecho. Assim, vale lembrar que livros, revistas, enfim, papel de forma geral pesa muito, veja bem qual será sua real necessidade.

Calçados – Por se tratar de um deserto, sugiro levar um par de botas usados, pois ao final da viagem eles não prestarão mais. A areia, as pedras e os salares literalmente detonam qualquer calçado. Assim, ao final da viagem é só jogar fora, não precisa nem trazer de volta.

Roupas – Minha viagem ocorreu no mês de outubro de 2008. Necessitei de todo tipo de roupa. Para ir aos gêiseres geralmente os grupos saem em torno das 05:30 hrs., pois o legal é ver o sol nascer ali. No dia que eu fui, quando chegamos aos gêiseres a temperatura era de onze graus negativos. Não tem jeito, nesse dia o melhor é vestir cebolinha, pois a temperatura não demora muito a subir. Para ir al Salar de Tara, Salar de Atacama e Petroglifos, usei calças de jeans, pois faz vento e também necessita de algum agasalho um pouco mais quente. Para ir ao Vale da Morte e ao Vale da Lua, fiz o passeio na parte da manhã, usei bermuda, camiseta.

Compras – No centro da cidade há diversas lojas de artesanato (cerâmica, tapeçaria, escultura..) e também o Mercado de Artesanato. Caso tenha esquecido o boné, ou necessite de alguma camiseta, é um bom lugar para se comprar.

Imprescindível – Um bom filtro solar, óculos de sol (se possível com lentes bem escuras, pois a claridade é forte) e boné.

Alugar carro? – É uma opção, mas não acho uma boa. Somente as estradas principais são em asfalto, o resto é areia, que se alterna entre dura e fofa, portanto, é pra quem está acostumado dirigir em lugares assim. Também registro que vi um argentino com a família fundir o motor de seu pequeno carro, pois o sobe e desce é grande, não é qualquer carro que resiste.

ESCÓCIA/INGLATERRA

Tanto na Escócia quanto na Inglaterra, os deslocamentos de trem são caros, geralmente o ônibus é mais barato. Se você souber com alguma antecedência o seu destino, e puder viajar em horário menos procurado, aí sim, poderá encontrar algum bilhete de trem com bom preço. Caso contrário, não perca tempo, vá direto à estação rodoviária.

Na Escócia, caso pretenda visitar as Higlands, sugiro uma excurção de um dia. Pode-se avistar diversos castelos, ver Glencoe, passar por pequenas cidades e visitar ruínas de castelos.

Na Inglaterra, para visitar Stonehenge, também vale a pena um programa de um dia. Para visitar essas famosas rochas fui até Bath.

HUNGRIA

Gostei bastante da visita ao Parlamento, vale a pena. Uma tarde fui ao New York Café (é um restaurante, mas também é possível comer apenas um sanduiche), a arquitetura/decoração é o ponto alto.

ÍNDIA, TIBETE E NEPAL

Roupas  Nesses três países, mulheres não usam roupa sem manga, nem mostram as pernas (inclusive tornozelo). Talvez o único lugar onde seja possível colocar calça com o tornozelo à mostra seja o Nepal, nos outros dois, caso resolva usar, saiba que vai se sentir constrangida, pois chama a atenção e as pessoas ficam olhando. Portanto, esteja o calor que estiver, a roupa certa a ser usada é blusa/camiseta com manga e calça ou saia bem comprida.

Calçado  São muitos os lugares de visitação que devemos tirar o calçado. Minha sugestão é que leve um que seja fácil de por e tirar, pois na hora da confusão, com aquele monte de gente entrando e saindo dos lugares de visitação será complicado ficar amarrrando e desamarrando o calçado.

Água e outros líquidosFui orientada a beber apenas água mineral, comprar a garrafa devidamente lacrada e eu mesma abrí-la, ou que fosse aberta na minha frente, nunca aceitar uma que já esteja aberta, mesmo nos hotéis. A água deve ser sempre de marca de uma dessas multinacionais que estão no mundo todo (procure a marca no rótulo). O mesmo vale para os refrigerantes ou sucos. Beber leite e outras bebidas que contenham leite? Apenas nos lugares que a guia indicou.

Alimentação por que tanto cuidado? Porque nós, ocidentais, não temos defesas no organismo para certas bactérias. Teríamos que passar algum tempo alí para desenvolvê-las, mas infelizmente não temos tempo para isso, então é melhor cuidar para que saia tudo bem. Sendo assim, fui orientada a não comer saladas, frutas e alimentos crus.

Escovar os dentes Uma das primeiras orientações que a guia me deu foi: escove os dentes com água mineral, pois embora você não vá beber a água, pode haver algum ferimento na boca e ocorrer a contaminação. Ainda estávamos em Delhi (lugar onde a água tem um tratamento melhor) e me esqueci por duas vezes de escovar os dentes com a água mineral. A guia perguntava e eu respondia: ih! esqueci. Então ela me olhou bem nos olhos e me disse: se você for contaminada é sua resposabilidade, o grupo não vai parar por sua causa. E ela estava certa. Então tomei uma atitude radical: pequei um desses eláticos de amarrar cabelo e amarrei a minha escova de dente na garrafa de água mineral, e não tirei mais. Pronto, a partir daí o problema estava resolvido.

Cumprimentar: na Índia e Nepal o cumprimento é com Namaste (o mais usado) ou Namascar. No Tibete: tachidelê.

Aclimatação/Condicionamento Físico: sugiro que se informe com sua agência de viagem, ou médico como fazer com a aclimatação pois no Tibete a maior parte do tempo ficamos em altitude próxima a 4.ooo m e em algumas vezes a 5.000 m, e a aclimatação ajuda bastante. Também é interessante ter algum condicionamento físico pois os templos, por exemplo, geralmente ficam em lugares altos e para chegar lá temos que subir escadas.

Preços: nos 3 países vale a regra – negociar, negociar e negociar, isso faz parte da cultura. Comprar sem negociar eu diria que é uma coisa estranha, eles não gostam muito.

Índia: nome das cidades – a terminação PUR significa “cidade”, então, Jaipur, significa “cidade de Jai”. Quando a terminação for BAD, indica que é uma cidade muçulmana.

Ranakpur e Jaisalmer (incluindo o passeio de camelo): É evidente que cada pessoa tem suas preferências, mas quando penso na Índia acho imperdíveis esses dois lugares.

Levar comidas: sim, principalmente para o trecho do Tibet. Sugiro levar barras de cereais, bolachas, balas, enfim, algo para comer, pois durante os trajetos não há lugar para comprar e também às vezes a comida pode não agradar. Então, um quebra-galho, é necessário.

Diversos: câmera fotografica – é bom que o cartão tenha uma boa memória pois às vezes é difícil encontrar um computador para gravar as fotos. Então, um cartão de reserva é bem legal, assim como cabos e carregador de baterias. Indispensável: boné, filtro solar e óculos de sol. Ligações internacionais: nas ruas é fácil encontrar locais onde existem telefones que fazem ligações internacionais, o telefone tem um dispositivo que marca o tempo e no final você paga. O preço é bom.

ITÁLIA

Viajar pela Itália é fácil, há trem para todos os lados. Considero o trem a melhor forma de viagem, pois tem muitas opções de horário, geralmente as estações de trem ficam próximas ao centro das cidades e o preço é bom. Um mesmo percurso de trem na Itália pode ser feito com diferentes tipos de trem em diversos horários, e consequentemente diversos preços. Então, o jeito é perguntar o preço antes de comprar o bilhete. Caso você decida viajar de trem, após comprar o bilhete dirija-se à plataforma e procure por uma pequena máquina geralmente amarela para validar seu bilhete, pois se você se esquecer e o fiscal te pegar, será multa na certa.

Bassano del Grappa e Marostica – Estava hospedada em Vicenza quando resolvi conhecer as duas cidades. Neste caso o ônibus é mais fácil. Marostica fica no caminho de Bassano del Grappa, e é muito fácil de visitar. Foi um passeio bem legal.

Siena e San Gimignano – Se você estiver em Firenze, esses lugares são exceções, a melhor forma nesses casos é o ônibus.

Milão – Além do Duomo (fotos no blog) para quem curte artes a Pinacoteca de Brera é imperdível. Embora haja problemas com o restauro, vale a pena ver A Ùltima Ceia, de Leonardo da Vinci, sempre emociona. Outros museus que gosto muuuiiiito: Castelo Sforzesco e Pinacoteca Ambrosiana.

Sicília – Achei que valeu a pena fazer a Sicília com um grupo. Há diversos lugares que ficam fora das cidades, o acesso é difícil e as explicações do guia, que era professor de História foram excelentes.

Veneza, Burano, Murano e Torcello – A partir de Veneza é possível visitar as três ilhas em apenas um dia, se você for rápido. Procure pegar uma linha de vaporetto que seja rápida, que não fique parando de ponto em ponto.

PERU

Onde ficar – Bem, depois de pesquisar um pouco resolvi ficar no bairro Miraflores, um lugar bem legal onde é fácil se locomover, não tem problemas sair à noite, tem lojas, restaurantes e tem o shopping Larcomar que é um lugar bem legal.

Transportes – Achei um pouco complicado fazer os passeios com ônibus, eles correm muito. Então fiz os trajetos de taxi que não tem tabela ou taxímetro, ou seja, o motorista cobra de acordo com a cara do cliente. A gente tem que negociar o preço antes de subir no taxi e pechinchar, não tem jeito, mas não tive problemas.

Compras – Na avenida Petit Thouars, que fica perto de Miraflores, há uma porção de galerias que vendem artesanato de todo o Peru, sendo as mais interessantes as que ficam mais ou menos na altura do número 400. Aqui vale a mesma coisa, tem que negociar, pechinchar, mas vale a pena, tem coisas lindíssimas.

Tempo – quando comecei a pesquisar o tempo percebi que não havia muita variação de temperatura, era sempre mais ou menos a mesma coisa, me deu a impressão que os sites estavam desatualizados. Mas estava errada e os sites certos, a temperatura não se altera muito durante todo o dia. Também havia aquela espécie de névoa que me fez lembrar os lugares do deserto que ficam com areia no ar.

REPÚBLICA TCHECA

Visitei apenas Praga. Não foi possível ir a outros lugares, pois em Novembro os Palácios estavam fechados para o turismo. Todos os lugares que coloquei fotos no blog são maravilhosos. Mas existem lugares que não se pode tirar foto, e é desses lugares que quero falar. Na região do Castelo de Praga, fica o Mosteiro Strahov. Esse mosteiro é imperdível, as Salas de Filosofia e Teologia são deslumbrantes. Bem próximo ao Mosteiro está o Loreto, cujo Tesouro é um dos mais belos que já tive a oportunidade de ver, vale muito a visita. Caminhando por Praga (na parte turística) há inúmeros espetáculos: teatros de fantoches, musicais, música clássica, o Lanterna Magika, enfim, é só escolher o que mais lhe agrada. Escolhi assistir um pequeno concerto de música clássica na Capela dos Espelhos que faz parte do Klementinum, ali pude juntar a beleza da música e observar a bela arquitetura da sala. Andando pelas ruas, vez ou outra, vi que são vendidos alguns doces típicos que se assemelham a uma grande hóstia. São recheados. Me lembro de ter comprado um num carrinho e o rapaz o aqueceu para mim. Uma delícia!

TAILÂNDIA/BALI/CINGAPURA

Roupas – Nessa região o tempo é úmido, portanto roupas leves e de preferência de malhar, para absorver o suor.

Deslocamentos –  Fizemos vários percursos em que a estrada era bastante sinuosa, então, se você passa mal nessa situação, é bom levar algum remédio. O mesmo vale para alguns deslocamentos de barco. O trecho entre Chian-Mae e Mae Hong Son é bastante sinuoso, vale a pena fazer de avião, apenas 20 minutinhos.

Alimentação – É tranquilo, sem restrições, apenas verificar se algum local tem problema de higiene, mas geralmente não tem.

Cidades – Em Bali, se você gosta de cultura, Ubud é imperdível. Em Cingapura dois dias são suficientes.

Compras – Em toda a Tailândia no final da tarde há mercado de roupas, souveniers etc. Vale a pena, ótimo para comprar alguma coisa que você esqueceu ou mesmo as lembrancinhas. Também tem as tribos, que fazem coisas muito legais. Se você gosta de lojas de grife, então a Orchard Road, em Cingapura, é o lugar.

 

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